Obras Publicadas

Ferreira, Emília

Cruzeiro Seixas : como respirar / Emília Ferreira, Lúcia Saldanha. – Viseu : PV Editora, 2019. – 35 p. ; 21 cm. – ISBN 978-972-8765-21-7

“(…) Mas era uma necessidade profunda minha fazer aquelas coisas. Era como respirar. Os namoros que temos durante uma vida, sejam rapazes sejam raparigas, realmente são os nossos pulmões. É por eles que respiramos, é pelo amor que respiramos. Um pouco também com os livros que lemos, os livros são os nossos pulmões. Se não tivesse lido tudo aquilo que li e encontrado os autores que encontrei, já tinha morrido, não tinha força suficiente, tinha falta de ar! (…)”

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Santos, José Manuel dos

A atenção / José Manuel dos Santos. – Viseu : PV Editora, 2019. – 26 p. ; 19 cm. – ISBN 978-972-8765-19-4

“(…) Vivemos, pois, numa época em que, consciente ou inconscientemente, a atenção, com a procura premente dela e daquilo que a gera, é um acelerador de partículas da vida individual e colectiva.

Dos impulsos narcísicos aos ímpetos competitivos, dos fundos dionisíacos do inconsciente aos jogos ilusórios da economia, da pesada omnipresença das redes sociais às seduções ligeiras da publicidade, das notícias falsas às famas fictícias, das obras de arte exibicionistas aos populismos políticos, a atenção é o grande motor de busca de um tempo sem silêncio. A atenção é, dele, simultaneamente a sonda e o sensor. E ainda o algoz e a vítima. (…)”

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Correia de Campos, António

Governo e administração : parentesco relutante, afinidade forçada / António Correia de Campos. – Viseu : PV Editora, 2018. – [13] folhas ; 19 cm. – ISBN 978-972-8765-18-7

(…) Administrações e governos tiveram desde sempre uma relação complexa. Os governos tendem a exigir das administrações fidelidade, cumplicidade, ligeireza, aliança, execução rápida sem discussões. As administrações tendem a preferir a lealdade à fidelidade, a independência à cumplicidade, a segurança à ligeireza, a isenção política à aliança mútua, a ponderação reflexiva à execução apressada. Onde os governos exigem obediência cega, as administrações recalcitram, contrapondo o dever de lealdade, o “direito de respeitosa representação”, pedem-na por escrito. Onde os governos gostariam de obter cumplicidade sem alardes, as administrações respondem com independência para que bem possam informar e ajudar. (…)”

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